84 editoras encontradas
A partir de 12 artistas. A parte da descoberta funciona bem.
Não é uma proposta, é o resultado de um teste a sério que corri hoje. Lê na diagonal, está feito para isso.
A&R, supervisor de sync, produtora. Mundo, Europa, EUA, UK.
Esta era a peça por provar. É sobre ela que este documento fala.
Já está feito. Corre há meses noutros projectos meus, com sequências, respostas detectadas e paragem automática de quem responde. Clonar para ti é meio dia.
A lógica é a que tu querias: em vez de uma lista comprada, partir dos artistas onde queres estar e apanhar as editoras que lhes editaram discos desde 2022. Cada editora vem com a razão de estar na lista. Isso é a primeira linha do teu email já escrita.
A partir de 12 artistas. A parte da descoberta funciona bem.
Interscope, RCA, Atlantic, Columbia, Capitol. Não há porta de entrada para um beat não pedido. Fora.
São veículos societários, não empresas com porta à rua. Fui buscar ao Discogs e ao Wikidata para confirmar: recuperei uma em 46. Não é falha do robô, os dados não existem.
As outras 14 só têm formulário ou página de demos. Dreamville, 10K Projects, Since '93, Central Station.
Para saber se o problema era a ferramenta ou o alvo, apontei o mesmo colector a podcasts, que também licenciam música. Mesmo código, mesma extracção, mesma limpeza.
A ferramenta funciona. O que decide tudo é o alvo. As editoras são selos sem porta à rua. Os podcasts publicam o email do dono num campo obrigatório do próprio feed. Não é raspar, é ler.
Ressalva honesta, para não leres isto mal: os podcasts pagam pouco, não são o teu negócio. O valor deste número é servir de régua para medir qualquer outro alvo antes de gastarmos tempo nele.
Disseste que, para os alvos sem email, se podia guardar o link do formulário. Acontece que no alvo que escolheste isso não é a excepção, é quase tudo. Qualquer versão disto vai ter sempre duas saídas.
Quem tem email vai para o motor: envio, sequência e follow-up sozinho. É aqui que a máquina trabalha por ti.
Quem só tem formulário fica numa fila com o link directo e a razão de estar lá. Preenches tu, com o link da Sonique. Não precisa de infraestrutura nenhuma.
@gmail.com não dá. Não és dono do gmail.com, portanto não podes configurar a autenticação do domínio, que é o que separa a caixa de entrada do spam. Além disso limita a 500 por dia e, se queimar, leva a tua conta pessoal à frente.
Um subdomínio do teu próprio domínio, sim. Tipo mail.trinityrecords. Com a autenticação bem posta, e tu continuas a usar a interface do Gmail, se quiseres, via Google Workspace.
Eu tinha-te dito para registares um domínio novo e descartável. Isso fazia sentido para milhares de envios automáticos. Os números de hoje mostram outra escala: dezenas a algumas centenas de emails, escritos com cuidado.
A esse volume o risco de queimar é baixo, e a credibilidade passa a valer mais. Quem recebe mail teu do domínio do Trinity confia mais do que se receber de um domínio novo que cheira a ferramenta de spam. Poupas o domínio, o registo e três semanas de aquecimento antes do primeiro envio.
Do meu lado o colector está escrito e o motor de envio já existe. Isto é o que não consigo fazer sozinho.